Meditação e mindfulness: o que a ciência já comprovou sobre o cérebro
Práticas de atenção plena deixaram de ser apenas tendência de bem-estar e ganharam respaldo em pesquisas neurocientíficas.
Beatriz Lima
Editora de Saúde e Bem-estar
Ilustração de uma pessoa meditando em um ambiente sereno
Pesquisas em neurociência têm mostrado que a prática regular de meditação pode estar associada a mudanças estruturais em regiões do cérebro ligadas à regulação emocional e à atenção.
Estudos com ressonância magnética observaram, em praticantes regulares, alterações em áreas relacionadas ao processamento de estresse, sugerindo que a mente pode, de fato, ser treinada como um músculo.
Na prática, os efeitos mais relatados por quem mantém uma rotina de mindfulness incluem redução da ansiedade percebida, melhora da qualidade do sono e maior capacidade de concentração ao longo do dia.
Como qualquer hábito, os benefícios tendem a ser cumulativos: sessões curtas e regulares costumam trazer mais resultado do que práticas esporádicas e longas.
Beatriz Lima
Editora de Saúde e Bem-estar
Jornalista especializada em saúde pública, nutrição e qualidade de vida.
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