Alimentação anti-inflamatória: o que a ciência diz até agora
O conceito ganhou popularidade nas redes sociais, mas há evidências reais por trás de parte das recomendações.
Beatriz Lima
Editora de Saúde e Bem-estar
Ilustração de vegetais e alimentos frescos organizados em um prato
A inflamação é uma resposta natural do organismo, essencial para combater infecções e lesões. O problema surge quando ela se torna crônica, de baixa intensidade, associada a hábitos como má alimentação e sedentarismo.
Estudos observacionais associam dietas ricas em ultraprocessados, açúcar refinado e gorduras trans a marcadores inflamatórios mais elevados. Já padrões alimentares como o mediterrâneo, ricos em vegetais, azeite e peixes, aparecem associados a marcadores mais baixos.
Isso não significa que um único alimento tenha poder mágico de reduzir inflamação. O que a evidência sustenta é o padrão alimentar como um todo, mantido de forma consistente ao longo do tempo.
Antes de adotar dietas restritivas com essa promessa, vale conversar com um profissional de saúde, especialmente para quem tem condições clínicas específicas que exigem acompanhamento nutricional individualizado.
Beatriz Lima
Editora de Saúde e Bem-estar
Jornalista especializada em saúde pública, nutrição e qualidade de vida.
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