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Renda fixa ou renda variável: qual escolher em cada momento da vida

Não existe resposta única. A proporção ideal entre os dois mundos muda conforme idade, objetivos e tolerância a risco.

Marina Costa

Editora de Economia

5 min de leitura

Ilustração de uma balança equilibrando símbolos de renda fixa e variável

A dúvida entre renda fixa e renda variável acompanha praticamente todo investidor, mas a resposta raramente é binária. O mais comum é que as duas classes convivam na mesma carteira, em proporções que mudam com o tempo.

Investidores mais jovens, com horizonte longo até a aposentadoria, costumam ter mais espaço para tolerar a volatilidade da renda variável, já que há tempo para recuperar eventuais perdas em ciclos de baixa.

Já quem está mais próximo de usar o dinheiro para um objetivo específico, como comprar um imóvel ou se aposentar, tende a se beneficiar de uma fatia maior em renda fixa, priorizando previsibilidade sobre potencial de retorno.

Reavaliar essa proporção periodicamente, e não apenas defini-la uma vez, é o que costuma separar carteiras bem geridas de carteiras montadas no piloto automático.

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Marina Costa

Editora de Economia

Cobre política monetária, investimentos e finanças pessoais há mais de dez anos.

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