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5 erros comuns ao montar uma reserva de emergência

Ter dinheiro guardado não basta: onde e como você aplica esse valor faz toda a diferença na hora de precisar dele.

Marina Costa

Editora de Economia

4 min de leitura

Ilustração de um cofrinho ao lado de um gráfico de segurança financeira

A reserva de emergência é a base de qualquer planejamento financeiro saudável, mas muita gente comete deslizes que comprometem justamente o que ela deveria garantir: liquidez e segurança.

Um erro frequente é aplicar a reserva em produtos com carência ou baixa liquidez, como alguns CDBs de longo prazo. Em uma emergência real, não ter acesso rápido ao dinheiro anula o propósito da reserva.

Outro deslize comum é subdimensionar o valor guardado. A recomendação geral é manter entre três e seis meses de despesas essenciais, mas profissionais com renda variável costumam precisar de um colchão maior.

Por fim, misturar a reserva com outros objetivos, como uma viagem ou a troca de carro, é um risco: no momento em que a emergência aparece, o dinheiro pode já ter sido parcialmente usado para outra finalidade.

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Marina Costa

Editora de Economia

Cobre política monetária, investimentos e finanças pessoais há mais de dez anos.

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