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Tesouro Direto: guia completo para quem está começando a investir

Entenda como funciona o principal título público do país, quais modalidades existem e como escolher a mais adequada ao seu objetivo.

Marina Costa

Editora de Economia

6 min de leitura

Ilustração institucional representando gráficos financeiros e crescimento de investimentos

O Tesouro Direto é a porta de entrada mais comum para quem quer sair da caderneta de poupança sem assumir riscos elevados. Criado para permitir que pessoas físicas comprem títulos públicos diretamente pela internet, o programa reúne opções que vão desde papéis prefixados até títulos indexados à inflação.

Antes de investir, é importante entender a diferença entre os três tipos principais: prefixados, que travam a taxa de retorno no momento da compra; pós-fixados, atrelados à taxa básica de juros; e híbridos, que combinam uma taxa fixa com a variação da inflação medida pelo IPCA.

A escolha ideal depende do prazo e do objetivo do investidor. Quem pensa em aposentadoria, por exemplo, tende a se beneficiar de títulos indexados à inflação com vencimento longo, já que preservam o poder de compra ao longo das décadas.

Vale lembrar que, apesar da segurança relativa em relação a outros ativos, os títulos públicos sofrem marcação a mercado: o preço pode oscilar antes do vencimento. Resgates antecipados em momentos de alta de juros podem resultar em perdas, por isso a recomendação é sempre alinhar o prazo do título ao horizonte de uso do dinheiro.

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Marina Costa

Editora de Economia

Cobre política monetária, investimentos e finanças pessoais há mais de dez anos.

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